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domingo, 17 de fevereiro de 2013

José Damasceno: vida, memória e história



Morador de Jaraguá do Sul [SC] há 50 anos, o Senhor José Damasceno tem o hábito de visitar o Museu Histórico Municipal "Emílio da Silva".
Como cidadão nativo conhece fração da história do Morro Boa Vista, da Vila Lenzi e Nova Brasília, bairros que fizeram parte de sua trajetória e continuam sendo ponto de sociabilidade, para amplair sua rede de convívio diário.
É filho de Laudelino e Maria Paulina Rosa Domasceno. A mãe era descendente dos pioneiros que acompanharam o Coronel Emílio Carlos Jourdan, no inicio da colonização, no final do século XIX.
Ademir Pfiffer - Historiador

domingo, 3 de fevereiro de 2013

Entrevista com Carlos Machado

CEERT: Fale um pouco sobre o que te estimulou a pesquisar e, posteriormente, escrever sobre este tema?
Carlos Machado: O meu livro versa sobre a presença de mulheres e homens negros na área da ciência tecnologia e inovação, acrescido daqueles que ganharam o Prêmio Nobel. Depois do episódio do anúncio na revista Ebony, comecei a pensar sobre a referência dominante sobre a população negra. Referência essa que diz que somos bons trabalhadores braçais, fortes, com aptidões nos esportes e nas artes. Porém há uma total invisibilidade dos nossos conhecimentos nas ciências biológicas e exatas. Na Europa você encontra publicações como o meu livro, nos Estados Unidos e Canadá também e justamente no Brasil, com maioria da população negra, esse tema era intocado.

CEERT: Como foi o processo de escrita e publicação?
C.M.: Por meio da internet traduzi do inglês para português o perfil de vários cientistas. Escrevi o livro só em 2005, então fiquei amadurecendo a ideia por muito tempo. Em nove meses, o livro estava pronto e comecei a divulgá-lo para as editoras.

CEERT: Você encontrou dificuldade nas editoras?
C.M.: Sim, grande parte não deu resposta e as poucas que responderam vieram com negativas. A verdade é que as editoras não tinham interesse em publicar um livro nessa linha de ciência, tecnologia e inovação afrodescendente.

CEERT: O livro tem cientistas brasileiros/as?
C.M: Sim, só que em número reduzido porque na época eu quis dar uma abordagem pan-africanista com foco na diáspora. Outra razão que acarretou na pouca presença nacional foi a minha dificuldade em achar fontes de informação sobre inventores brasileiros. A maioria dos sites sobre esse tema é norte-americano. Ainda hoje o Brasil não tem um site dedicado ao perfil de cientistas negros brasileiros. Creio que a preocupação em produzir inovação no Brasil é algo recente, pois sempre houve a cultura de importar tecnologia e não de desenvolvê-la. Os cientistas daqui eram desprezados. Por exemplo, um amigo que mora nos Estados Unidos me mostrou certa vez uma HQ dos anos 70 sobre cientistas negros que foi lançada com objetivo de incentivar jovens negros a entrarem na área da Engenharia.


CEERT: Qual foi a invenção mais curiosa queencontrou na sua pesquisa?
C.M.: Foi a do Dr. George Washington Carver, pesquisador do Instituto Tuskegee, no Alabama, uma universidade historicamente negra, onde ficou pelo resto da vida. No seu trabalho científico e engenhoso, Carver não só conseguiu vários resultados, como fez muito pelo bem dos negros e de toda a região sul dos Estados Unidos. Em seu humilde laboratório, pesquisou várias plantas e descobriu muitos produtos derivados do amendoim, batata-doce, noz pecâ e outros vegetais. Estas culturas eram alimentos apenas dados aos porcos. Um de seus feitos mais famosos foi conseguir produzir o índigo, que dá o tom às calças jeans e que salvou a indústria estadunidense em época de escassez de corantes. Dr. Carver era uma espécie de consultor para os pequenos agricultores, e ensinava-os sobre tudo o que se referia a plantações. Além disso, fez conferências para a associação dos agricultores e empresários do amendoim, aconselhando-os sobre o plantio e sobre a produção de derivados desse vegetal. O cientista também impressionou positivamente o Congresso americano quando foi convidado a dar sua opinião sobre a viabilidade econômica de produzir o amendoim, substituindo as importações. Ele foi amigo de presidentes dos Estados Unidos, ministros da agricultura e de empresários brancos como Henry Ford e Thomas Edison, que o convidou para trabalhar em sua empresa de invenções, impressionado pelas descobertas que saíam do seu laboratório. Ele inventou tintas, café, nitroglicerina usando o amendoim como matéria-prima. Além disso, é o inventor da pasta de amendoim. Imagine que no início do século XX a monocultura do algodão ou do fumo havia empobrecido o solo americano e as invenções de Carver surgiram como uma alternativa de renda para muitas famílias.


CEERT: Algum exemplo brasileiro?
C.M.: Sim, o cientista e engenheiro André
Rebouças. Ele tinha grande influência na família real brasileira no século XIX, tanto que com o fim da monarquia, em solidariedade à família real, ele deixou o Brasil. Criou muitas pontes e estradas. Foi homenageado em grandes cidades, dando o nome para importantes avenidas, como em São Paulo e para o túnel Rebouças no Rio de Janeiro.

CEERT: Como você acha que a invisibilidade do negro afeta os indivíduos?
C.M.: Ela afeta justamente a nossa humanidade. Ela deixa de revelar que o protagonismo negro não está restrito ao samba e futebol, mas sim que somos múltiplos e isso não é ensinado na escola como deveria. Nasci em 1970, estudei na época de ditadura militar, os poucos personagens negros que apareciam nas aulas eram embranquecidos. Mesmo na Literatura, como ocorre até hoje com Machado de Assis.


CEERT: Essa tentativa de inviabilizar o negro é um fenômeno mundial?
C.M.: Sim, sem dúvidas. O mundo todo vem de uma tradição eurocêntrica e milhões de mentes acreditam na História do jeito que ela é contada por eles nesses mais de 500 anos de dominação europeia no mundo. A genialidade negra e indígena foi esquecida por séculos e os europeus se apoderaram de muitos conhecimentos. Todo o conhecimento que recebemos nas escolas e universidades tem base greco-romana, como se antes de Grécia e Roma não tivessem existido outras civilizações. Ora, já foi provado que os primeiros seres humanos surgiram no continente africano.


CEERT: Hoje você é professor de História da rede pública de ensino. Como é tocar nessa pauta na sala de aula?
C.M: Eu tento fazer minha parte, mas tenho consciência que somos poucos em meio a muitos que resistem a mudanças no seu modo de ensinar. Creio que o livro ajuda a potencializar a disseminação da informação sobre a genialidade negra que ficou por muito tempo escondida. A força da hegemonia branca e do racismo é muito grande. Por exemplo, a Universidade surgiu na África. As três mais antigas do mundo ficam lá. A primeira surgiu no Marrocos, seguida do Egito e Mali. Ou seja, lugares que têm uma influência universitária muito antiga, mas nem ao menos esse dado é difundido no mundo. Daí, quando você vem e fala sobre grandes cientistas negros e, infelizmente, o senso-comum ainda se choca. Apesar da Lei 10639/2003 que completou 10 anos, ainda pouco foi feito para mostrar que a população negra tem influência em todas as áreas do conhecimento.


CEERT: Pode citar três grandes invenções que foram idealizadas por mulheres negras?
C.M.: Sim. Vou citar três americanas. No campo da medicina temos a invenção da oftalmologista Dra. Patricia Bath. Ela inventou a sonda Laserphaco em 1981. A sonda realiza cirurgia à laser nos olhos. Até hoje sua invenção é utilizada. Outra mulher de destaque é a Madame C.J. Walker. Ela foi a primeira mulher milionária dos EUA. Ganhou muito dinheiro com a criação de produtos para cabelos. Ela é a inventora do pente quente usado antigamente nos alisamentos de cabelos crespos. Em 1908, criou fábricas e escolas de beleza muito antes da existência das grandes empresas de cosméticos. A última é uma pesquisadora que trabalha para a NASA na área de novas tecnologias para aviação. Seu nome é Anna McGowan e é diretora de projetos dentro de um centro de investigação. Ela pesquisa um modo de criar aviões tão manobráveis e ágeis como os pássaros e insetos voadores.


*O esfregão e o balde que o acompanha foram criados pelo inventor negro Thomas Stewart, em 1893. Já a sonda ultravioleta foi criada por George R. Carruthers, em 1972. Sua invenção foi utilizada na missão Apollo 16 à Lua. (Informações extraídas do livro “Negros e negras inventores, cientistas e pioneiros)
Fonte: http://correionago.ning.com/profiles/blog/show?id=4512587%3ABlogPost%3A328437&xgs=1&xg_source=facebookshare - Acessado em: 03/02/013

Carlos Machado: Negras e negros inventores, cintistas e pioneiros

                                   

Texto a seguir, versa um contexto histórico oculto na história da humanidade e do Brasil. Ele vem a público regionalmente, ao Vale Itapocu por conta da chancela do Senhor Dionei Walter da Silva, que me colocou na rota e contatos com o autor da obra literária, Carlos Machado, livre pensador e dedicado  às causas dos afros na América, Brasil e no Mundo.
Portanto, o Blog tem esta finalidade de revelar o que está acontecendo no Brasil, numa grande Metropole, como é São Paulo, onde um cidadão afrodescendente, produz uma pesquisa à luz do conhecimento cientifico, à serviço da sociedade, e a todos interessados num mundo regido pelo respeito e consciência pela diferença étnica.


De um simples esfregão a uma solda ultravioleta usada na indústria espacial, invenções idealizadas e construídas por mãos negras ganham publicação inédita no Brasil intitulada “Negros e negras inventores, cientistas e pioneiros” *

O historiador Carlos Eduardo Dias Machado tinha 25 anos quando uma publicidade do McDonald’s abriu seus olhos para a invisibilidade do protagonismo negro no campo da ciência, tecnologia e inovação.

Era um anúncio da rede de fast food em uma edição da revista norte-americana voltada aos afrodescendentes chamada Ebony, que circulou em fevereiro de 1996. A publicidade em homenagem ao Mês da História Negra trazia ilustrações de objetos que foram inventados por pessoas negras (como o semáforo, geladeira, caneta tinteiro, pino de golfe e filamento de carbono para a lâmpada elétrica) sob o seguinte título: “Toda a vez que você usa uma dessas coisas, você está celebrando a história negra”.
 “Fiquei feliz ao saber disso, mas ao mesmo tempo muito espantado por nunca ter ouvido sobre inventores negros antes e nunca ter recebido essas informações na escola”, conta.

No mesmo ano, Machado começou a pesquisar sobre o tema e descobriu que não havia nenhum livro em português sobre a importância da população negra na tecnologia e inovação. “Pensei: ‘alguém tem que escrever esse livro, e por que não eu’?”, lembra.

O livro será lançado em Londrina/PR e São Paulo/SP em março deste ano pela EDUEL (Editora da Universidade de Londrina, em parceria com a Uniafro do Ministério da Educação). A publicação faz parte da série “Nossos saberes, nossos conhecimentos”, lançada pelo NEA, Núcleo de Estudos Afro-Asiáticos da Universidade de Londrina. 
Fonte: http://correionago.ning.com/profiles/blog/show?id=4512587%3ABlogPost%3A328437&xgs=1&xg_source=facebookshare. Acessada em: 03/02/013

As Engrenagens Da Fábrica


Willian Oliveira, entrevista reveladora de fragmentos de pesquisa social, que envolve o povo afrodescendente, no Brasil.
O vídeo é recomendado à estudiosos da Lei Federal 10.632 e da Ciência da Sociologia, que defunde aspectos da cultura dos afrosbrasileiros, na sociedade globalizada e produtiva, de forma positiva.
Sendo a arte rico elemento de integração desse povo, que busca nos movimentos sociais, novas formas de  manter vivo o seu legado cultural.
Ademir Pfiffer - Historiador

segunda-feira, 24 de dezembro de 2012

Museu Histórico "Emílio da Silva" - acender das luzes - 06


Jaraguá do Sul [SC]: Museu Histórico "Emílio da Silva" - acender das luzes - 06. Cantora afrodescendente que cursou o ensino fundamental, na Escola Municipal "Waldemar Schmitz", no Bairro da Ilha da Figueira.
Ademir Pfiffer - Historiador

Morro do Boa Vista: Chiesetta, missa inaugural - 01


Jaraguá do Sul [SC] - Morro do Boa Vista: Chiesetta, missa inaugural - 01. Momentos de reflexão histórica sobre o imigrante e o colonizador italiano pelo Padre Tito, do Noviciado Nossa Senhora de Fátima, Barra do Rio Cerro.
Ademir Pfiffer - Historiador

Caminho à Capela Chiesetta - Morro Boa Vista - 06


Jaraguá do Sul [SC]: Caminho à Capela Chiesetta - Morro Boa Vista - 06. Chegada ao local da paisagem rural, que tem na Capela Alpina [Chiesetta] um novo marco cultural e turístico, nesta cidade de origem étnica europeia,
Ademir Pfiffer - Historiador

Caminho à Capela Chiesetta - Morro Boa Vista - 05


Jaraguá do Sul [SC]: Caminho à Capela Chiesetta - Morro da Boa Vista - 05. A estrada alpina construida a partir dos anos 60, para instalações das antenas repetidoras de emissoras de televisão ganha nova versão, o turismo religioso, motivado pelo empreendedorismo. Todavia, a colonização italiana tem efetiva participação no progresso da cidade, nos vales Itapocu, Itajaí e Itajaí-Mirim, formando um conjunto de território onde se assentou a imigração italiana, no transcorrer do século XIX. O Vale Itapocu foi berço da colonização da etnia italiana, na sua mais variada expresão línguistica. Porém, foi nesta região [Morro da Boa Vista], que se instalou a Capela Alpina, símbolo da identidade italiana e da Igreja Católica, numa cidade molda pela cultura religiosa do Cristianimo.
Ademir Pfiffer - Historiador

Caminho à Capela Chiesetta - Morro Boa Vista - 04


Jaraguá do Sul [SC]: Caminho à Capela Chiesetta - Morro da Boa Vista - 04. Há uma nova história que começa a ganhar visibilidade, na propriedade da família Spézia. Assim nasce a versão turistica e religiosa do local, pois o caminho rural conduz o visitante à Capela Alpina, conhecida por Chiesseta.
Ademir Pfiffer - Historiador

Caminho à Capela Chiesetta - Morro Boa Vista - 03


Jaraguá do Sul [SC]: Caminho à Capela Chiesseta - Morro Boa Vista - 03. O local é cercado pela mata e filetes de Floresta Atlântica.Neste caminho [picada indigena] desde a era Emílio Carlos Jourdan faz parte da história da região de colonização europeia e afrodescendentes.
Ademir Pfiffer - Historiador

Caminho à Capela Chiesetta - Morro Boa Vista - 02


Jaraguá do Sul [SC] Caminho à Capela Chiesetta - Morro Boa Vista - 02. Sendo que o caminho daqui em diante, a paisagem tem ares rurais, pois ainda há familias remanescentes da colonização, como a de origem polonesa Klinkoski [y].
Mas o Morro do Boa Vista é o cartão de visita da cidade desde a Era Emílio Carlos Jourdan e da comunidade afrodescendente, ali aportou para sobreviver as adversidades e os desafios da vida.
Hoje, chega o movimenta do turismo com novas perspectivas para da ao local, possibilidades de renda, através da nova indústria do fomento do turisno cultural e religioso, na visão de importantes empreendedores, que trouxeram uma nova concepção de ocupação nesse ponto alto desta cidade.
Ademir Pfiffer - Historiador

Caminho à Capela Chiesetta - Morro Boa Vista - 01


Jaraguá do Sul [SC] Caminho à Capela Chiesetta - Morro Boa Vista - 01, via Rua Domingos Rosa - cidadão pioneiro da colonização afro. O local desde a fase da presença do Coronel Emílio Carlos Jourdan foi explorado para caça, habitação, exploração da madeira, extrativisno vegetal, visitações, ponto de antenas para rádio e televisão, piqueniques e outra atividades há 136 anos. Neste primeiro trajeto temos a presença da urbanização vias calçadas com lajotas e concretagem.
Ademir Pfiffer - Historiador

terça-feira, 27 de novembro de 2012

Africanidades por Pedro Bortoloti

O jornalísta Pedro Bortoloti [1] da Fundação Cultural, do governo de Jaraguá do Sul [SC] discorreu sobre a exposição temática da Semana da Consciência Negra, comemorada na segunda quinzena de novembro. Segue o texto do jornalista,  alusivo a este movimento étnico cultural:


Prossegue a exposição de artes visuais da “Semana da Consciência Negra”, celebrada desde o dia 20, no Museu Histórico Emílio da Silva. A temática ocupa a sala de exposições temporárias Amadeus Mahfud e ficará aberta para visitação até janeiro de 2013. A organização é do Movimento da Consciência Negra do Vale do Itapocu (Moconevi), em parceria com a Fundação Cultural de Jaraguá do Sul e com a escola Max Schubert, além da Marcos Emílio Verbinnen e Adelino Francener. Nas paredes e expositores, desenhos, colagens, textos, fotografias e objetos que retratam as tradições, costumes e história dos afrodescendentes.
Além do trabalho de alunos, há a exposição da poesia “Mãe Negra”, da voluntária Célia Lima, afrodescendente baiana que mora em Corupá. A presidente do Moconevi, Marlene Rosa do Santos, mobilizou a comunidade afrodescendente para organizar a exposição. “A temática alusiva à etnia negra agora é realidade”, explica o historiador Ademir Pfiffer, que no blog.clickgratis.com.br/mheds/485174 relata o evento mais detalhadamente. Ainda de acordo com Pfiffer, até 2003 a história da relação com o Brasil e a África não era tema obrigatório na matriz curricular e nos livros didáticos, situação que começou a mudar com a alteração da Lei 9.394, de 20 de novembro de 1996.

[1] De origem italiana e de nacionalidade húngara [Zacko].

sexta-feira, 23 de novembro de 2012

Educação e Consciência Negra - Célia Lima - 02


Jaraguá do Sul [SC]:Educação e Consciência Negra - Célia Lima, video 02.Cidadã afrodescendente e residente em Corupá [SC]. Neste bloco dois continuamos com os relatos de outros assuntos ligados à africanidades. O tema flui de uma forma leve e com claresa nas idéias.
A gravação no Museu Histórico "Emílio da Silva" - Sala de exposições temporárias, Amadeus Mahfud.
Ademir Pfiffer - Historiador

Educação e Consciência Negra - Célia Lima - 01


Jaraguá do Sul [SC]: Educação e Consciência Negra - Célia Lima, vídeo 01. Gravado em 21 de novembro, na sede do Museu Histórico Municipal "Emílio da Silva" - Sala Amadeus Mahfud - por ocasião da Semana da Consciência Negra.
Porém, a entrevistada é moradora da cidade de Corupá [SC]. Veja esta entrevista de História Oral [fragmentos], que revelam elementos para compreeensão da negritude, no Vale Itapocu.
Ademir Pfiffer - Historiador

Educação e Consciência Negra - Julia Gomes



Jaraguá do Sul [SC]:Educação e Consciência Negra - Julia Gomes, Diretora da Escola Municipal de Ensino Fundamental "Max Schubert" - 1º Intendente do Distrito Jaraguá , no século XIX .
Julia Gomes tem longa experiência administrativa do pedagógica, o que a torna profissional perante a sua equipe de professores.
Trabalhar as etnias de Jaraguá do Sul é foco de sua atenção, valorizando sobretudo a etnia afro - 20/11 - Dia da Consciência Negra.
Veja a entrevista que da a noção do que vem ocorrendo em meio a Escola Pública jaraguasulense, quando o assunto é a Lei 10.639.
Ademir Pfiffer - Historiador

quinta-feira, 22 de novembro de 2012

Marlene dos Santos, o Dia da Consciência Negra

Imagem: Ademir Pfiffer
A Professora Marlene do Santos, neste ano de 2012, através do trabalho voluntariado da comunidade afro descendente, conseguiu mobilizar algumas unidades escolares, como a Escola Municipal "Max Schubert", para organizar e montar, uma exposição temática alusiva à africanidades no Vale Itapocu, em comemoração ao Dia da Consciência Negra [20/11].
Com essa mobilização, a sociedade jaraguaense ganhou uma exposição de artes visuais [afro descendente], que está à disposição do público para visitação, nos meses de novembro, dezembro e janeiro [2013], no Museu Histórico "Emílio da Silva".

História do Troféu Raça Negra

Criado pela ONG Afrobras – Sociedade Afro Brasileira de Desenvolvimento Sócio Cultural, ocorreu pela primeira vez por ocasião do marco das festividades dos 500 anos de Descobrimento do Brasil, no ano 2000.
Pela primeira vez neste País, personalidades negras que contribuíram em diversas atividades, propiciando às futuras gerações o registro da determinação, trabalho, perseverança e exemplo público na construção de uma sociedade melhor, foram reconhecidas e homenageadas, numa noite de gala, no Teatro Municipal de São Paulo.


* Esportista Masculino
* Esportista Feminino
* Grupo de pagode
* Ator
* Atriz
* Cantora
* Cantor
* Rap
* Apresentador de TV
* Jornalismo Televisivo

Patrocinadores: Caixa Econômica, Banco do Brasil, Petrobras, Nestlê, Bradesco, Coca-Cola, SESC/SP, entre outras empresas de renome.
Fonte : Rede Social Googol [Sem data].

20 de Novembro, Dia da Consciência Negra


Em 2010 rascunhei digitalmente a matéria e não a publiquei. Em 2012 verifquei a falha e o assunto desta vez ganha espaço e memória de difusão..

O que ocorreu para comemorar 20 de novembro - Dia da Consciência Negra

“Este evento é a culminância de todas as atividades pedagógicas relativas à inclusão de conteúdos africanos, afro-brasileiros e indígenas no currículo da escola conforme preconiza as leis 10.639/03 e 11.645/08. É um momento especial, também, para o Projeto de Cultura Afro na Escola, iniciativa que serve de base para as atividades escolares tendo como princípio a realização de ações culturais e educacionais visando a valorização cultural afro-brasileira na Educação Infantil e no Ensino Fundamental”,  Luís Fernando Olegar, comentou para o jornalista Altamir Ricardo de Souza, em 18/11/10 - Prefeitura Municipal.