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domingo, 27 de setembro de 2009

Dona Azione Marcelino da Cruz, a história do Carnaval em Jaraguá

Esta Senhora Azione sentada à mesa da sala de janta tem enorme conhecimento do folclore e da cultura afro dos bairros Vila Lenzi e Nova Brasília.
Quando chegou em Jaraguá do Sul (SC) trabalhou nas casas de diversas famílias. Porém, foi na casa de Ernesto Silva*, o telegrafista da Estação Jaraguá, que permaneceu por mais tempo realizando os serviços domésticos.
*Era filho de Inocêncio Silva, que também foi funcionário da Rede Federal e nas horas de folga e após os exercício 30 anos na vida pública fazia atendimento à comunidade, para as pessoas portadoras de sinusite

Cultura Afro pelo morador mais ilustre da Rua José Emmendörfer


Morador antigo da Rua José Emmendörfer, Peri chegou nos 60 no Bairro Nova Brasília.Criou os filhos e deu ao bairro um bloco carnavalesco, os Unidos de Nova Brasília.

quarta-feira, 2 de setembro de 2009

domingo, 2 de agosto de 2009

Museu Histórico de Santa Catarina abriga os restos mortais de Cruz e Sousa

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A "Casa de Governo" edificação imponente, no Centro Histórico de Desterro - atual cidade de Floriano (Florianópolis/SC). Conhecido como Palácio Cruz e Sousa, desde 1979, a edificação de estilo eclética recebeu no ano de 1986 as instalações do Museu Histórico "Cruz e Sousa". Está localizado na Praça XV, próximo à Catedral (Igreja Católica).


A urna funerária com os restos mortais de Cruz e Sousa foi instalada no piso inferior, ao lado direito.É uma ampla sala qual recebeu reparos museológicos e iluminação técnica, adequada ao espaço dedicado a revitalização da memória e a história de Cruz e Sousa.
Cruz e Sousa, que teve uma infância pobre, não imaginaria, que após longos anos de sua morte, os seus restos mortais seriam conservados numa edificação arquitetônica de luxo, se comparada à moradia de sua infância, juventude e vida adulta.
Cruz e Souza, como escritor afrobrasileiro e catarinense representa um dos mais expressivo pensador do século XIX, para o Brasil. Prestígio reconhecido no meio literário e intelectual. Mas, a sociedade catarinense,ainda não assimilou os valores do seu legado cultural, na construção da identidade nacional.

domingo, 26 de julho de 2009

Em 133 anos de história de Jaraguá do Sul, os afros também construíram a história da cidade



Os afrosdescendentes de Jaraguá do Sul, também participaram da grande festa do aniversário de fundação do Município.
Na Rua Pastor Ferdinand Schlünzen, na manhã de 25 de julho, diversos representantes da cultura afro juntaram-se para mostrar na Avenida Getúlio Vargas, a nacionalidade das nações africanas, que estão distribuídas nos bairros e nas localidades rurais de Jaraguá do Sul (SC), há 13 décadas.
Portanto, a homenagem dos afros fez-se por meio desta participação coletiva, por meio da difusão étnica cultural, embora simples, mas significativa pelo caráter da espontaniedade, deste povo, que também tem sua história escrita com muito trabalho.

Afros prestigiam a cultura germânica em Jaraguá do Sul


A Stammtich, embora tão disvirtuada do conceito e finalidade, tem indicadores positivos quando o assunto é o multiculturalismo.
Nesta última edição da Stammtich, os afros revelaram-se afeiçoados à tradição de reunir-se em rua e avenida, para beber e conversar, visando estreitar os laços da boa amizade e fraterno respeito à gastronomia.Oxalá pelo menos isto valeu a pena.

sexta-feira, 24 de julho de 2009

Professora Rosa Nilva Soares de Mello


A educadora Rosa, por meio do seu Projeto Étnico Cultural - Afro e Indigena, tem por objetivo difundir estas questões de ordem temáticas, por meio da sensibilização e do conhecimento. Outro fator a destacar é ampliar a visão de historicidade, agregada aos valores culturais, visando super preconceitos e barreias enraizados na sociedade, a qual clama pelo direito à igualdade, segundo os preceitos constituicionais e democráticos, sem dor e lamentações históricas.

sábado, 27 de junho de 2009

Fórum Regional, políticas públicas de inclusão étnicas - Antonio Piazolli


Antonio Piazolli - Jaraguá do Sul - SC

Fórum Regional, políticas públicas de inclusão étnicas - Sirlei Schappo & Sérgio Lourenço


Sérgio Lourenço (Repórter Rádio Jaraguá),Sireli Schappo (Técnica Secretaria Municipal de Educação de Jaraguá do Sul) e Professor Luís Fernando Olegário(Rede Municipal de Jaraguá do Sul).

Fórum Regional, políticas públicas de inclusão étnicas _ Sandra Maciel





Professora Sandra Maciel, Escola de Educação Básica "Alfredo Zimmermann", localizada no Bairro Havai, Município de Guaramirim (SC).

sexta-feira, 26 de junho de 2009

quarta-feira, 17 de junho de 2009

Cultura do racismo num voo aéreo em 2006

EU, sentar ao lado de um negro?????
Uma mulher branca, de aproximadamente 50 anos, chegou ao seu lugar na classe econômica... e viu que estava ao lado de um... passageiro negro.
Visivelmente perturbada, chamou a comissária de bordo.
Qual o problema, senhora?, pergunta uma comissária.
- Não está vendo? respondeu a senhora.
- Vocês me colocaram ao lado de um negro. Não posso ficar aqui. Você precisa me dar outra poltrona.
- Por favor, acalme-se, disse a aeromoça. Infelizmente, todos os lugares estão ocupados. Porém, vou ver se ainda temos alguma disponível.
A comissária se afasta e volta... alguns minutos depois.
- Senhora, como eu disse,
não há nenhum outro lugar livre na classe econômica. Falei com o comandante e ele confirmou que não temos mais nenhum lugar nem mesmo na classe econômica.
E continuou:
- Temos apenas um lugar na primeira classe.
E antes que a mulher fizesse algum comentário, a comissária continua:
- Veja, é incomum que a nossa companhia permita à um passageiro da classe econômica se assentar na primeira classe.
Porém, tendo em vista as circunstâncias, o comandante pensa que seria escandaloso obrigar um passageiro a viajar ao lado de uma pessoa tão desagradável .
E, dirigindo-se ao senhor negro, a comissária prosseguiu:
- Portanto, senhor, caso queira, por favor, pegue a sua bagagem de mão, pois reservamos para o senhor um lugar na primeira classe.
E todos os passageiros próximos, que, estupefatos, assistiam à cena, começaram a aplaudir, alguns de pé.

Se você é contra o racismo, envie esta mensagem aos seus amigos, mas não a delete sem ter mandado pelo menos a uma pessoa.

'O que me preocupa não é o grito dos maus, é o silêncio dos bons.'
(FOLHA DE SÃO PAULO / março 2006)

domingo, 12 de abril de 2009

DOMINO SENEGAL interkulturelle Jugendzeitung SENEGAL/DEUTSCHLAND

Recebi em 12 de abril de 2008 da República do Senegal do meu amigo Jean Dagba, Sociólogo da Universidade daquele pais, cujo Sr é pesquisador e professor de educação infantil.
O vídeo faz referência à República Federal da Alemanha, por motivo de ajuda e programas que o Governo alemão ou entidades mantém com o Senegal de forma humanitária.
Ademir Pfiffer

domingo, 1 de março de 2009

Folclore Afro foi tema de pesquisa dos alunos do CEJA





Carnaval em Jaraguá do Sul foi para o autodoor


O Carnaval edição 2009, foi para o autodoor e pouco coisa mudou quando o assunto é folclore e cultura.
Apesar do esforço improvisado dos blocos carnavalescos, o Governo de Jaraguá não manifestou uma rede de organização de apoio com respostas arrojadas e altura da história do povo afro.
A Arena Jaraguá é um local para eventos e durante os dias da folia ficou fechada igual ao Portal Turístico do Rio Cerro II. Enquanto isto, foleões e o povo foram para Reinoldo Rau (Centro) apanhar no lombo a chuva de verão tão comum nesta época de ano, prejudicando visivelmente a festa.
A Arena Jaraguá foi construída para esta finalidade. Ou seja, quando organiza-se um evento, que trata do folclore e da cultura da cidade, em caso de chuvas ou outros fenomenos que venha a prejudicar a festa, o local da Arena Jaraguá deverá estar disponivel.
Por conta da omissão dos dirigentes do Governo Municipal de Jaraguá do Sul, a festa do Carnaval foi sem graça.
Na Arena Jaraguá a festa poderia ter entrado a noite unindo todos os segmentos sociais e culturas. Até um Vereador eleito e que representa a cultura dos afros não caiu a ficha, de que a festa do Carnaval é cheia de "porradas e berros".
Entra e sai governo, em Jaraguá do Sul, e a cultura continua sendo regada à gotas. Porém, agora a novidade são berros e porradas, publicadas no Jornal OCorreio do Povo, na edição de 24 de fevereiro.
As rádios Am Jaraguá e Brasil Novo, também deram enfoque do que está acontecendo de errado na cultura de Jaraguá, o que exige mudanças na direção, antes que o barco afunde igual a vexatória administração do prefeito do mandato de 2005 a 2008. Precisa dar o nome aos "bois"?

sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009

Cultura e o folclore do Carnaval afro necessitam de parcerias

BLOCO EM CIMA DA HORA É HEXACAMPEÃO DO CARNAVAL
Com o enredo “O mar e seus encantos”, o bloco Em Cima da Hora encantou público e jurados, para levar o título do Carnaval de Jaraguá do Sul pela sexta vez consecutiva, ao totalizar 234,5 pontos. A divulgação do resultado ocorreu na tarde de terça-feira (23), no Grêmio Esportivo Juventus, onde também foi confirmado a consagração popular do bloco campeão, que conquistou o Estandarte de Ouro em todos os quesitos: bateria, harmonia, mestre-sala e porta-bandeira, samba-enredo, fantasia e animação. Sem Preconceito, com o tema “O luxo do lixo”, somou 209 pontos e obteve a segunda colocação, enquanto que Estrela D'Alva conseguiu 193,5 pontos com o enredo “Mistura de gerações”, ficando com o terceiro lugar. Na quarta posição, Unidos da Brasília, levou para a avenida “Povo brasileiro tem a África no sangue: Oxalá que quis assim” e recebeu 188,5 pontos.PREMIAÇÃO – O bloco campeão Em Cima da Hora foi premiado com troféu e R$ 6 mil, além de mais troféu e R$ 750,00 por Estandarte de Ouro, tendo conquistado todos os seis em disputa. Sem Preconceito recebeu R$ 2,3 mil, Estrela D'Alva ganhou R$ 1,3 mil e Unidos da Brasília ficou com R$ 700,00.
Jornal Absoluto -26/02/09 .

sexta-feira, 21 de novembro de 2008

A antiga Escola Alemã do antigo Itapocuzinho III homenageou o Patrono Machado de Assis







Ocorreio do Povo apresentou em suas páginas os fragmentos de história do povo afro


Jornal Anoticia pelo informativo AnJaraguá mostrou fragmentos do Dia da Consciência Negra

A matéria jornalística abaixo, mostra o profissionalismo e a sensibilidade pelo olhar de Mauricio Cossio. Aproveitando o gancho da temática, o jornalista respondeu a seguinte pergunta:
Ademir Pfiffer - Qual a responsabilidade do jornalista em contar a história de um povo que tem rara visibilidade na história de Jaraguá do Sul?
Mauricio Cossio - Talvez, pelo pouco tempo que temos na nossa profissão, possamos revelar algumas pistas para que as pessoas possam descobrir seu mundo.
Garanto que foi um dos trabalhos mais prazerosos que já fiz no jornal, justamente por poder revelar a ponta de uma história que estava esquecida e que muitos afro-descendentes de hoje não conhecem. Espero continuar contando com a ajuda do amigo nessas empreitadas pela história da região.

"A cultura não se herda, conquista-se." (André Malraux)